Friday, March 10, 2006

ANA BOTAFOGO


ANA BOTAFOGO
é a Primeira Bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, já tendo se apresentado na Europa, Américas do Norte, Central e Sul.
Nasceu e foi criada no Rio de Janeiro, onde começou seus estudos de balé. Sua carreira profissional iniciou-se na França, com o Ballet de Marseille, de Roland Petit. Na Europa, freqüentou a Academia Goubbée, na Sala Pleyel, em Paris (França), a Academia Internacional de Dança Rosella Hightower, em Cannes (França), e o Dance Center (Covent Garden) em Londres (Inglaterra).
Participou de festivais em Lausanne (Suíça), Veneza (itália), Havana (Cuba), do espetáculo em homenagem à Legião de Honra da França, no Palácio de Versailles, e na Gala Iberoamericana de la Danza, dirigida por Alícia Alonso, realizada em Madrid (Espanha) em comemoração aos 500 anos de descobrimento das Américas.
Optando por continuar sua carreira no Brasil, foi Bailarina Principal do Teatro Guaíra, da Associação de Ballet do Rio de Janeiro e, em 1981, ingressou por concurso público como Bailarina Principal do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Já se apresentou, praticamente, em todos os Estados do Brasil, tendo levado, em 1992, para diversas capitais brasileiras, o espetáculo "ANA BOTAFOGO IN CONCERT".
Em 1995, na qualidade de "étoile" convidada da Companhia da Ópera de Lodz (Polônia), interpretou o papel principal feminino do Balé Zorba, o Grego, dançando em várias cidades do Brasil.
ANA BOTAFOGO é considerada, no momento, a mais importante bailarina brasileira, por sua técnica, versatilidade e arte.
Em todas as excursões, no Brasil e no exterior, ANA BOTAFOGO tem merecido, tanto do público quanto da crítica especializada, os maiores elogios.


Entre seus "partners" internacionais estão os mais expressivos nomes da dança mundial, tais como:

  • Julio Bocca
  • Fernando Bujones
  • Lazaro Carreño
  • Lienz Chang
  • Alexander Goudunov
  • Youri Kletsov
  • Slawomir Wozniak
  • José Manuel Carreño
  • Richard Gragun
  • Jean-Yves Lormeau

Como artista convidada, já dançou com as mais importantes companhias de balé, tais como:

  • Saddler's Wells Royal Ballet (Inglaterra)
  • Balé Nacional de Cuba (Cuba)
  • Ballet Nacional de Venezuela (Venezuela)
  • Ballet Fundación Tereza Carreño (Venezuela)
  • Ballet dell'Opera di Roma (Italia)

No seu repertório, destacam-se produções completas, como:

  • Don Quixote
  • O Lago dos Cisnes
  • Coppélia
  • O Quebra-Nozes
  • Romeu e Julieta
  • Giselle
  • La Sylphide
  • La Fille Mal Gardée
  • Floresta Amazônica
  • A Bela Adormecida
  • Zorba, o Grego

Wednesday, March 08, 2006

Espetáculos em São Paulo Capital:

Balé da Cidade de São Paulo, Corpo de Baile Jovem e Orquestra Sinfônica Municipal
Orquestra Sinfônica Municipal, Balé da Cidade de São Paulo e Corpo de Baile JovemJosé Maria Florêncio, regênciaCorpo de Baile JovemCoreografia: Anlage de Flávio LimaMúsica: W. A Mozart: Sinfonia nº 35
Balé da Cidade de São PauloCoreografia: Constanze de Mário NascimentoMúsica: W. A . Mozart: Sinfonia nº 41 - Júpiter
Mais informaçoes: http://www.ticketmaster.com.br/shwReleaseDetail.cfm?releaseID=709#

Festival Mozarteando
Março, dia 31, sex, às 21h;
Abril, dias 1º, sáb, 05, qua, 06 qui, 07, sex, 08, sáb, às 21h; 02 e 09, dom, às 17h.
Orquestra Sinfônica Municipal, Balé da Cidade de São Paulo e Corpo de Baile Jovem.
José Maria Florêncio, regência.
Mário Nascimento e Flávio Lima, coreógrafos.
Ingressos: R$ 15 R$ 12 e R$ 10

Teatro Fábrica São Paulo dedica as quintas de março à Dança Contemporânea
"Entreaberto", "Via F5" e "Antisséptico de uso geral para curativos", são os espetáculos de dança contemporânea que estarão reunidos todas as quintas-feiras de março no Teatro Fábrica São Paulo. Os três trabalhos nasceram de núcleos de pesquisa e criação dentro do Curso de Dança e Movimento da Universidade Anhembi Morumbi, e têm como característica um olhar poético sobre as ruas de São Paulo.
De 2 a 30 de março às 21h. Ingresso: 20,00 e 10,00 (meia)Reservas e informações:(11)3255-5922 ou
www.fabricasaopaulo.com.br


Espetáculos em Santo Andre:

"Disseram Que Eu Era Japonesa?"
Dando continuidade ao seu processo de criação em dança, Letícia Sekito, neste solo, procura pela primeira vez se relacionar artisticamente com o universo cultural japonês ao abordar a relação entre corpo e cultura. Quando dançamos não expomos somente um pedaço do corpo que se move, uma perna girando, um gesto acontecendo, uma fisicalidade. Há algo mais íntimo. E o que aparece na dança? O que se deixa mostrar e o que se pode escolher? Como a dança se organiza e como as informações passam pelo corpo que dança? O que se produz quando se dança? Depoimento pessoal? Comunicação? Cultura? Pensamento? Sensação? Arte? Inquietação? Teatro.
R$ 10,00; R$ 8,00 (usuário matriculado). R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes). R$ 5,00 (terceira idade, aposentados, estudantes e professores da rede pública) Dia 21/3. Terça, às 20h. Informações: SESC Santo André (Rua Tamarutaca, 302 - Vila Guiomar - Santo André - (11)4469-1250 / 4469-1251) -.

Espetáculos em Santo Amaro:

Estréia da Companhia Louise Lecavalier
Cobalt Rouge, um título evocativo e contraditório, para um espetáculo que trata das relações humanas e também daquelas entre homens e objetos. Cenário simples, figurino criativo e iluminação milimétrica em seus detalhes são marcas deste envolvente trabalho de de Louise Lecavalier. Musa da época em que a dança abriu-se para outras formas de criação e tecnologias, Louise, traz de volta sua reverenciada coleção de movimentos curtos e precisos que a tornaram a grande estrela da companhia dirigida por um dos gênios da coreografia da atualidade, Édouard Lock, do canadense La La La Human Steps. Reconhecida como uma das melhores bailarinas da dança contemporânea, por suas pernas de metal e longa cabeleira branca, em 1985, Louise tornou-se a primeira mulher canadense a ser premiada com o Bessie Award, em Nova Iorque, por sua performance em "Businessman in the process of becoming an Angel" (1983). Em maio de 1999, recebeu o Jean A. Chalmers National Award, o mais importante prêmio para a dança no Canadá. Dias 25 e 26 de março. Sábado, às 21h e domingo, às 18h. Teatro Alfa Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 - Santo Amaro Telefone: (011) 5693-4000 Ingressos: R$ 30,00 até R$ 90,00.

Sunday, March 05, 2006

Mikhail Baryshnikov e Natalia Makarova

Aproveitando que nosso primeiro post teve a foto do Mikhail Baryshnikov e da Natalia Makarova nossas primeiras biografias serão sobre eles.
Aproveitem:


Mikhail Baryshnikov


Mikhail Baryshnikov, nasceu em 1948 e foi aluno da escola do Mariinski, estreando-se em 1967; passados apenas três anos já era primeiro bailarino da companhia.
Em 1974, durante uma tournée pelo Canadá, pede asilo político, tornando-se num brevíssimo espaço de tempo, na maior estrela do ballet norte americano, e principal bailarino do ?American Ballet Theatre? entre 1974 e 1978, para o qual criou várias obras. Fundindo diversos estilos, Baryshnikov é a estrela do New York City Ballet de 1978 a 1980.
Extremamente versátil, Baryshnikov brindou o público do mundo inteiro com as suas performances inigualáveis em virtuosismo e qualidade de dança.
Em 1998 surpreendeu o público com um espectáculo de criações contemporâneas. Segundo as suas próprias declarações: ?O ballet clássico é para jovens. O que mais me fascina na dança contemporânea é a possibilidade de interpretar a nossa própria idade?.
Actua no cinema em numerosos filmes (?Momentos de decisão?, ?O sol da meia-noite?, entre outros) e de 1990 a 2002, Baryshnikov funda e torna-se director da White Oak Dance Project , através da qual se dedica a obras modernas e contemporâneas.
Presentemente o seu mais recente projecto é o Baryshnikov Center for Dance, em Nova York, que pretende ser um espaço para grupos de artistas, bem como um laboratório no qual trabalharão monitores de dança, teatro, cinema, iluminação e figurinos.
Misha, diminutivo como é conhecido, afirmou um dia que ?Não tento dançar melhor do que ninguém. Tento apenas dançar melhor do que eu mesmo?; parece que depois dos cinquenta e tal anos, ele vai continuar a dançar, apesar de se encontrar para além da idade em que os bailarinos param de dançar. As estrelas brilham sempre!

Natalia Makarova


Natalia Makarova, lenda viva do balé e musa dos mais importantes coreógrafos da nossa era: para ela, Robbins criou Other Dances; Sir Ashton fez Rossignol; Tetley dedicou-lhe Contradance; Béjart, Mephisto; Petit deu Blue Angel e Neumeier.

Uma criadora tremenda - no palco ou fora dele - como bailarina, coreógrafa, atriz e ao vivo, no rádio, cinema e vídeo.

Makarova iniciou seus estudos na Escola Vaganova aos 13 anos, numa classe que condensou os nove anos de estudos em seis. Formada em 1959, integrou o Kirov e já em 1961 dançava Giselle em Londres com a companhia russa. Em 1970, numa turnê, surpreendeu o mundo pedindo asilo na Grã-Bretanha. Neste ano juntou-se ao American Ballet Theater, com quem dançaria um vasto repertório. Em 1972 iniciou um longo relacionamento profissional com o Royal Ballet. Como convidada esteve à frente das mais importantes companhias do mundo (Paris Opera, La Scala, XXème Siècle, Ballet de Marseille.

Sua montagem do Ato das Sombras de La Bayadère para o American Ballet Theater data de 1974. Seis anos depois ela criaria a produção completa, fazendo do ABT a primeira companhia ocidental a ter este balé. Desde 1919, com os tremores da Revolução Russa, o último ato estava perdido. A coreografia de Makarova reconstrói a estrutura dramática original desta obra-prima de Petipa. O Ato das Sombras foi remontado por ela para numerosas companhias mundo afora, entre elas as do Teatro Colón e do próprio Municipal do Rio, Balé do Canadá, Royal Swedish Ballet, La Scala de Milão e Balé de Santiago. Montou ainda para diversas companhias novas produções de Lago dos Cisnes e Paquita.

Em 1988, Makarova voltou a dançar com o Kirov um trecho do Lago dos Cisnes em Londres.

No ano seguinte, voltou à Rússia, a primeira artista no exílo a ser convidada de volta à terra natal.

Em 1991, fez sua estréia como atriz em Londres com Tovarich e, no ano seguinte, voltou à Rússia com Two for the Seesaw. Em 1995, dançou no Festival Fellini, em Roma, um balé especialmente criado para ela e Jean Babilee, como Giulietta Masina e Fellini. Na Broadway, fez o premiadíssimo musical ? ela ganhou inclusive o prêmio Tony - On Your Toes. Em 1997, estrelou em Londres Misalliance, de Bernard Shaw. Encerrou em junho de 2000 uma temporada em Londres de Blith Spirit de Noel Coward.

Para a TV, além de ter registrado diversos balés (inclusive La Bayadère) fez diversas séries (Ballerina, Assoluta e The Leningrad Legend para a BBC, entre outros); escreveu e apresentou o documentário St Petersburg to Tashkent; gravou a narração de diversas histórias; escreveu uma festejada autobiografia.

Bem Vindos



Oi sejam bem vindos ao Viciados em Ballet.

Estamos aqui pela primeiravez, e esperamos que não seja a última, para falar sobre ballet.
Teremos matérias sobre os bailarinos famosos como Mikhail Baryshnikov e Natalia Makarova (foto), também estaremos informando sobre eventos de ballet na cidade de São Paulo e no mundo, e logico muitas coisas interessantes sobre as maiores Cias de dança inclusive nacionais.

Esperemos que vocês gostem.

Obrigada.

Viciados sim porque não sabemos viver sem dançar...